Quando o matemático Artur Ávila, 31, chegar à Índia para dar uma palestra daqui a duas semanas, enfrentará dois desafios pessoais. “Não gosto de falar para muita gente nem de fazer apresentação eletrônica -uso quadro negro”, diz. O prestígio de ministrar uma conferência plenária no maior dos eventos de sua área, porém, compensa o desconforto. Leia mais…
Archive for the ‘conhecimento’ Category
Em defesa dos forum e wiki
Nenhum processo de Qualidade e Gestão de Conhecimento é possivel sem o comprometimento dos escalões mais altos da organização; fato!
Na Oracle, o FAQ e forum são good will; faz parte do patrimônio e responde por 95% das dúvidas… olha que tremenda economia! JBoss, Eclipse, Java, todos tem wiki riquíssimos!
Sem margem para discussões, o meio mais eficiente de divulgação e busca de conhecimento técnicos hoje, são os forum e wiki’s; fato! a partir do forum, geram-se documentos mais concisos, que vão para um engine mais eficiente, caso dos wiki’s. Teremos algo mais sofisticado se pensarmos isso junto com CMS.
Já tive diversas experiências, muito bem sucedidas de compartilhamento de discussões e informações técnicas, incluindo clientes. Foi incrível a experiência de tempos atrás, retomar um assunto parado a 1,5 ano; não tive duvidas, tava lá! Imagina quão valiosa é a caixa de e-mails de dezenas de pessoas? Ao se desligar da empresa, normalmente se perdem ou não tem alta disponibilidade; em resumo, essas informações se perdem. Por que não usar um forum/wiki, no lugar da “praga” de e-mails? E-mail deve ter 3 pernas (send/receive/reply) e não dezenas de vai-e-volta; exceto raras exceções.
Muita coisa hoje no wiki, foram compiladas de forum; quantos buscaram informações lá?
Pra finalizar: gestão de conhecimento = preocupação com o futuro.
Se não tivessem incendiado a biblioteca de Alexandria, provavelmente, não estaríamos discutindo isso!
Em tecnologia/conhecimento, temos 3 opções: vanguarda (visão da arte), contemporânea/moderna (estado da arte) ou obsolescência/obsoleto (histórico). Ou tá na frente, no bolo, ou ficou pra trás!
GPS – uma historinha…
O Sistema de Posicionamento Global, vulgarmente conhecido por GPS (do acrônimo do inglês Global Positioning System), é um sistema de posicionamento por satélite, por vezes incorretamente chamado de sistema de navegação, utilizado para determinação da posição de um receptor na superfície da Terra ou em órbita.
O sistema GPS foi criado e é controlado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América, DoD, e pode ser utilizado por qualquer pessoa, gratuitamente, necessitando apenas de um receptor que capte o sinal emitido pelos satélites. O sistema está dividido em três partes: espacial, de controle e usuário. O segmento espacial é composto pela constelação de satélites. O segmento de controle é formado pelas estações terrestres dispersas pelo mundo ao longo da Zona Equatorial, responsáveis pela monitorização das órbitas dos satélites, sincronização dos relógios atómicos de bordo dos satélites e atualização dos dados de almanaque que os satélites transmitem. O segmento do usuário consiste num receptor que capta os sinais emitidos pelos satélites. Um receptor GPS (GPSR) descodifica as transmissões do sinal de código e fase de múltiplos satélites e calcula a sua posição com base nas distâncias a estes. A posição é dada por latitude, longitude e altitude, coordenadas geodésicas referentes ao sistema WGS84.
O GLONASS (Global Navigation Satellite System) é um sistema de posicionamento geográfico, similar ao GPS, conta com uma constelação de 24 satélites divididos em três órbitas, pertence à Federação Russa. O primeiro satélite GLONASS foi lançado em 12 de Outubro de 1982, mas tinha apenas objetivos militares, datando a versão comercial do sistema apenas de 1993.
Segundo Parkinson e Spilker (2006) o propósito do sistema global de navegação por satélite GLONASS é prover a um número ilimitado de usuários com serviços de posicionamento tridimensional, medida de velocidade e de tempo em qualquer lugar do globo terrestre e em qualquer condição climática.
Galileo é um Sistema de Posicionamento Global por satélite europeu. Concebido desde o início como um projecto civil, em oposição ao GPS americano e ao GLONASS russo que são de origem militar, tendo, várias vantagens: maior precisão (ainda a ser confirmado em testes reais), maior segurança (possibilidade de transmitir e confirmar pedidos de ajuda em caso emergência) e menos sujeito a problemas (o sistema tem a capacidade de testar a sua integridade automaticamente). Além disso, o sistema será inter-operável com os outros dois sistemas já existentes, permitindo uma maior cobertura de satélites.
O sistema completo incluirá 30 satélites, dos quais 3 ficarão em reserva como suplentes caso sejam necessários, e prevê-se a sua entrada em funcionamento este ano (2010), embora com um atraso de dois anos face às perspectivas iniciais.
Os primeiros sinais Galileo foram transmitidos no dia 12 de Janeiro de 2006 pelo satélite GIOVE-A que tinha sido colocado em órbita a 28 de Dezembro de 2005. Em construção está o GIOVE-B, o segundo satélite de teste.